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terça-feira, 12 de julho de 2011

Passar o dia com sono engorda



Má notícia para quem trabalha demais, cai na balada no meio da semana ou é preguiçoso por tradição mesmo. Um estudo da Universidade de Harvard (EUA) mostrou que, quando você passa o dia com sono, seu cérebro tem dificuldade em entender que a sua boca deveria passar longe daquele superpedaço de bolo de chocolate.

Segundo os pesquisadores, a sonolência está associada à redução de atividade em uma região do cérebro responsável pelo autocontrole. E, nesse processo, a vontade de comer junk food aumenta.

Isso ficou bem claro após uma série de exames de ressonância magnética com voluntários. Em geral, os que estavam sonhando em voltar para a cama se empolgaram mais em fazer um lanchinho quando viram fotos de comidas altamente calóricas, como sorvetes e cheeseburgers. E não era só fome, era gula mesmo: o efeito não foi o mesmo quando eles viram imagens de alimentos saudáveis, como saladas e frutas.

A coisa toda precisa ser mais estudada para a gente entender o que acontece, é claro. E, ops, dessa vez fico devendo um link para o estudo completo, porque ele foi apresentado só ontem, numa conferência lá nos EUA. Mas pega a dica aí: você já pode abrir os olhos e se policiar um pouco mais quando o sono bater durante o dia. Olha a dieta


Pesquisado pelo aluno: Matheus

Chororô de criança é o som mais irritante do mundo



Britadeiras? Sirenes? Unhas arranhando uma lousa? As músicas do Restart? Nada disso. O som mais irritante de todos é o do chororô de criança – aquelas reclamações manhosas dos pequenos, sugere um estudo feito por psicólogos das Universidades de SUNY e Clark, nos EUA.

Por lá, participantes tiveram que resolver problemas de matemática enquanto ouviam a sons chatos como o de uma motosserra, o choro de um bebê recém-nascido e adultos falando como crianças (“ai, ti bunitinhu!”). Todos causaram distração no pessoal, mas, ao analisar os resultados dos testes, os pesquisadores viram que o número de erros era bem maior quando os voluntários ouviam os sons estridentes que os pequenos começam a soltar entre os dois e quatro anos de idade – o que a gente chama aqui de chororô.

“Ninguém quer ficar escutando um alarme de incêndio, mas, se ele soa, você presta atenção. Tem que ser irritante mesmo, e é a mesma história com o chororô”, disse uma das pesquisadora do estudo, Rosemarie Sokol Chang, ao MSNBC.com.